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Geraldo Luís diz que médica que recusou pasta de Bolsonaro salvou sua vida

Geraldo teve de ser hospitalizado no dia 1º de março

Geraldo teve de ser hospitalizado no dia 1º de março

© Divulgação / Record TV

Fama GERALDO-LUÍS 16/03/21 POR Folhapress

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Dias após deixar a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Vila Nova Star, onde estava internado havia 11 dias tratando de complicações da Covid-19, o apresentador Geraldo Luís, 49, resolveu agradecer à médica Ludhmila Hajjar, a mesma que recusou a vaga no Ministério da Saúde do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

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"Depois de Deus, ela! Hoje a médica Ludhmila Hajjar, combatente contra a Covid, que me salvou. Obrigado a todos que estão me fazendo passar dia após dia nesse rio turbulento. Só quem passou sabe", começou.

O apresentador continua internado e agora segue a rotina de fazer fisioterapia no quarto. "Sem dores nem falta de ar. A cada um de vocês meu carinho e agradecimento pelas orações. Pulmão ainda em recuperação segundo a tomografia mostrou", disse.

O filho de Geraldo, João, também teve a doença. "Joao ficou três dias ruim e pouca alteração, está superbem e segue comigo", contou. O apresentador aproveitou para cobrar a imunização da população.

"Aqui fico em oração a todos que como eu com Covid lutam pela vida", afirmou. "Que a misericórdia e a vacina cheguem a todos. Vacina urgente para um país doente."

Geraldo teve de ser hospitalizado no dia 1º de março. Na época, ele estava com 20% de comprometimento dos pulmões por causa do coronavírus. O apresentador havia estreado o programa A Noite É Nossa, na Record, no dia 20 de janeiro.

A cardiologista Ludhmila Hajjar afirmou ter recebido ameaças após ter se reunido neste domingo (14) com o presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, para discutir a possibilidade de assumir a pasta no lugar no general Eduardo Pazuello.

As declarações foram dadas em entrevistas à CNN Brasil e à Globo News. A médica afirmou que seu número de celular foi divulgado em grupos de WhatsApp, o que resultou em uma onda de ataques que a deixou assustada.

"Recebi ataques, ameaças de morte que duraram a noite, tentativas de invasão em hotel que eu estava, fui agredida, [enviaram] áudio e vídeo falsos com perfis, mas estou firme aqui e vou voltar para São Paulo para continuar minha missão, que é ser médica."

A cardiologista contou ter deixado o hotel após as ameaças, mas garantiu que isso não influenciou sua decisão em recusar o ministério. Ela ainda disse que não teve medo, pois a "causa é muito maior".

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