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Obstáculos de campeonato vencido por Rayssa são doados a projetos sociais

Quatro projetos sociais foram beneficiados com corrimões, bancos, caixotes, hubbas e outros obstáculos

Quatro projetos sociais foram beneficiados com corrimões, bancos, caixotes, hubbas e outros obstáculos

© Getty

Esporte Skate 26/03/25 POR Folhapress

(UOL/FOLHAPRESS) - Os obstáculos usados na pista do evento SLS Super Crown de 2024 foram doados para projetos sociais em São Paulo, e já estão sendo usados por crianças e adolescentes fãs de skate.

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Quatro projetos sociais foram beneficiados com corrimões, bancos, caixotes, hubbas e outros obstáculos usados na final da Street League Skateboarding (SLS), a principal liga mundial de skate street, que teve Rayssa Leal como a tricampeã da modalidade na etapa feminina no ano passado.

O QUE ACONTECEU

Os obstáculos usados no SLS Super Crown foram doados para projetos sociais que usam o skate como ferramenta de inclusão social. A iniciativa já havia acontecido nos últimos dois anos anteriores.

A Fadinha chegou a visitar um dos beneficiados em 2024, a ONG Skate Social, de Poá (SP), que é comandada por Sandro Testinha.

Os objetos usados na final de 2024, que ocorreu no Parque do Ibirapuera, foram doados para quatro locais do Estado de São Paulo. Os beneficiados foram a ONG Skate Social, na cidade de Poá (SP), e outros três projetos localizados na cidade de São Paulo: a Associação de Skate Prafinha (no bairro Real Parque, zona oeste), Quadrinha Espraiada (Vila Congonhas), e Clube Comunidade Arena Radical (Vila Olímpia).

Presidente da Confederação Brasileira de Skateboarding (CSBk), Eduardo Dias diz que a medida busca alcançar positivamente a comunidade do skate.

A doação dos obstáculos para estes lugares e tantos outros beneficia toda a comunidade de skatistas que frequenta esses picos tradicionais, inclusive os projetos sociais que atuam nesses locais Eduardo Dias, presidente da CSBk

Sandro Testinha, com mais de 30 anos de experiência sobre as "rodinhas", comanda a ONG Skate Social e falou sobre a iniciativa. "Levar o skate para todos, independente da condição financeira, sempre foi nosso objetivo", diz Testinha, que atende a 150 crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos em uma pista improvisada numa quadra poliesportiva na cidade de Poá.

Além do benefício de montarmos um novo circuito, receber esses obstáculos nos dá mais visibilidade para sermos vistos e pleitearmos mais recursos para seguir com nosso trabalho - Sandro Testinha, líder da ONG Skate Social

Rayssa Leal, que foi tricampeã da SLS em 2024, esteve na ONG de Testinha antes da conquista do terceiro título do circuito. "Era pra ser uma menina de origem humilde, nordestina e uma fada como a Rayssa para ser a primeira campeão mundial a visitar nosso projeto. Esse acesso a um ídolo é primordial e ela possibilitou isso", diz um orgulhoso Testinha.

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