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Conmebol cria força-tarefa contra racismo liderada por Ronaldo

A iniciativa foi adotada nesta quinta-feira (27)

A iniciativa foi adotada nesta quinta-feira (27)

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Esporte Futebol 28/03/25 POR Agência Brasil

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou a criação de uma força-tarefa, liderada pelo ex-jogador Ronaldo Nazário, para trabalhar exclusivamente no combate ao racismo, discriminação e violência no futebol.

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A iniciativa foi adotada nesta quinta-feira (27) após reunião na sede da entidade em Luque (Paraguai) com representantes de governo brasileiro, de associações afiliadas à Conmebol, de grêmios de jogadores de futebol e personalidades do futebol. Além de Ronaldo, a força-tarefa contará também com Fatma Samoura, ex-secretária-geral da Fifa e Sérgio Marchi, presidente da Federação Internacional de Jogadores Profissionais ( FIFpro).

 

CONMEBOL, con un equipo encabezado por Ronaldo, dará un paso histórico en el combate contra el racismo, la discriminación y la violencia. CONMEBOL, con uma equipe encabeçada por Ronaldo, dará um passo histórico na luta contra o racismo, a discriminação e a violência.

— CONMEBOL.com (@CONMEBOL) March 27, 2025

 

O encontro de hoje na Conmebol ocorre após episódios reiterados de racismo contra atletas brasileiros, como o sofrido pelo atacante Luighi, de 18 anos, jogador do Palmeiras, durante partida pela Copa Libertadores Sub 20, no Paraguai, no início do mês. Ele foi alvo de ofensas racistas proferidas por um torcedor do Cerro Porteño, à beira do gramado. 

“Estamos agindo aqui hoje com responsabilidade e unidade para enfrentar os desafios futuros, superá-los e continuar no caminho do crescimento. Não queremos um debate sobre o passado, mas sim discutir o futuro. Tudo o que for dito aqui é para somar e melhorar o nosso esporte”, disse Alejandro Dominguez, presidente da Conmebol, na abertura da reunião.

Após a reunião também foram anunciadas algumas medidas. Será criada uma lista de pessoas de pessoas proibidas de entrar nos estádios – entre elas os envolvidos em atos de racismo – em qualquer torneio na América do Sul e em outras competições pelo mundo. Também serão implementados programas educacionais voltados a jogadores, árbitros, clubes e torcedores, com o intuito de prover a conscientização e prevenção do racismo no futebol.

 

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